P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica e já era formado em EngenhariaCivil.
P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos.
P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.
LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava apropriedade que pertencia aos Pn (onde "n" é um número natural e variaentre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.
Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos.
Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado.
Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo "o máximo".

Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:-"Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual! "
Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.
Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:- "Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento."
Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem.
Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.
P1: O que houve?
P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.
P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!
Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! o som correto não é esse.)
LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea
Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto edo...do... comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correta.
Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir.
Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima.
Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.
a) o deslocamento no eixo "x", tomando como referencial a chaminé.
b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e
c) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0(repouso) ao 9 (ataque histérico).
Legal né? Pois é, mas essa historinha é só pra descontrair. Espero que vocês tenham gostado.
Abraços...


A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, na minha opnião, pois ela permite que esse sentimento se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores (como se eu tivesse, hehehe), mas enlouqueceria se morrecem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto preciso deles... Há alguns de vocês que não procuro, basta-me saber que existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. E como não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto de vocês. Vocês não iriam acreditar! Mas muito de vocês que estão lendo está cronica agora não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é fortificante e satisfatorio que eu saiba e sinta que os amo, embora não declare e não os procure. E às vezes quando os procuro, noto que vocês não tem noção de como me são necessários, de como são indispensavéis ao meu equilibrio vital, porque vocês fazem parte do mundo que eu tremulamente construi e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Por isso é que sem que vocês saibam eu rezo por suas vidas. E me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela talvez seja fruto de meu egoísmo. Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns de vocês. Quando viajo ou até mesmo quando faço um simples passeio, surgi-me uma certa tristeza por não estarem junto de mim, compartilhando daquele momento... Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter vocês sempre ao meu lado, andando, brincando, falando, sorrindo e vivendo comigo. Rezo por todos os meus amigos e principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!!!



