Era a festa das funções, todo mundo zoando, se divertindo, mas o e^x estava no canto, sozinho, desolado.
Eis que uma outra função chega para o e^x:
-- Ei, e^x, vamos nos divertir!!!
-- Não
--Pô, e^x, a festa tá legal, vamos lá.
-- Não quero.
-- Ô, e^x, não fica assim isolado, se integra!
-- Pra quê? Dá no mesmo...
Alguns minutos depois, o e^x mudou de idéia e resolveu se divertir(obviamente sem se integrar).
Estava lá curtindo, quando uma função gritou:
-- Galera, galera, o operador diferencial está chegando. Fujam, fujam!
E foi aquela correria. Uma função pisando em cima da outra, procurando portas de saída, correndo o máximo que podiam, e o e^x lá, parado,dançando sozinho.
-- Foge logo, e^x!
-- Que nada, o operador diferencial nada pode contra mim.
E ficou por lá. Pouco tempo depois chega o operador diferencial e vê afunção solitária dançando como se ele não estivesse lá.
-- Quem é você? -- bradou o operador.
-- Eu sou o e^x.
-- Você não está com medo?
-- Não, você não pode nada contra mim. Fala aí, quem você é mesmo?
-- Eu sou o operador diferencial... em Y.
segunda-feira, 9 de julho de 2007
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